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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

AVC faz jogador inglês descobrir que é gay

bizarroooooo
Sempre ouvimos falar sobre casos de pessoas que mudam de vida após passar por um grande susto, ao estar muito próximo a morte.
Porém o caso de Chris Birch, um jogador britânico de rubgy de 26 anos, foi ao extremo da mudança. Após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) durante um treino, acabou descobrindo que é gay, segundo o ‘Daily Mail’.
O que torna tudo mais estranho é que, até o AVC, Birch tinha uma namorada e adorava sair para beber com seus amigos. A mudança foi tão drástica na vida de Birch que, além de não querer mais saber da namorada, ainda decidiu trocar de profissão, de atleta à cabeleireiro.
De acordo com neurologistas, o AVC pode ter afetado uma parte até então adormecida do cérebro de Birch.
Hoje, após ter enfrentado o preconceito de familiares e amigos, Birch disse que nunca teve interesse em outros homens, mas agora vai assumir esta condição, pois quer ser sincero com ele mesmo.

Adaptado de Globo

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Triglicérides pode ser mais perigoso que colesterol para AVC, diz estudo



Pesquisa dinamarquesa associa o índice aos derrames. Colesterol faz mais diferença entre os homens

G1

Um estudo de pesquisadores na Dinamarca mostrou que o nível de triglicérides sem jejum está relacionado a um risco maior de AVC em homens e mulheres. Já o colesterol alto esta associado a tal risco apenas entre os homens. A pesquisa, que analisou dados de 33 anos, foi publicada pelo jornal científico "Annals of Neurology".

Evidências médicas sugerem que o alto nível de triglicérides sem jejum demonstra uma grande quantidade de fragmentos de lipoproteínas, partículas semelhantes ao LDL - conhecido como "colesterol ruim". Ambos contribuem para a formação de placas que podem levar ao entupimento das vias coronarianas.



"Interessantemente, as guias atuais de prevenção de derrames têm recomendações quanto a níveis desejáveis de colesterol, mas não de triglicérides sem jejum", disse a autora do artigo, Dra. Marianne Benn, do Hospital Universitário de Copenhague.

"Nosso estudo foi o primeiro a examinar o risco de derrame para níveis muito altos de triglicérides sem jejum em comparação com níveis muito altos de colesterol na população geral", prosseguiu.

Mulheres com o triglicérides em 443 mg/dL têm uma possibilidade quase 3,9 vezes maior de sofrerem um derrame, em comparação com as que tem o nível em até 89 mg/dL. Entre os homens, com estes mesmos indicadores, o risco é 2,3 vezes maior. No entanto, quando o nível de colesterol passa de 348 mg/dL, o risco relativo sobe para 4,4.

O estudo acompanhou 7.579 mulheres e 6.372 homens, todos brancos e de origem dinamarquesa. Seus dados começaram a ser coletados entre 1976 e 1978 e foram analisados ao longo de até 33 anos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças coronarianas são a principal causa de mortes no mundo. A estimativa mais recente, de 2004, apontou que 17,1 milhões de pessoas morriam em decorrência delas por ano; 5,7 milhões por causa de derrames.